
Se o único critério para a aquisição de algum bem material for a marca, sim, a pessoa deixa de ser autêntica. Com certeza o número de pessoas que fazem isso vem crescendo e muito ultimamente. Isso porque as empresas estão deixando de lado prioridades que antes eram absolutas, como, por exemplo, qualidade do produto ou durabilidade, para descobrir como conquistar o consumidor. A propaganda nunca foi tão presente e tão forte como é hoje, as empresas mais do que nunca procuram falar o que os consumidores querem ouvir, e fazem o que os consumidores querem que seja feito. Claro que muitas pessoas têm a sua marca de preferência, e não a acompanham por mera admiração ingênua, mas sim por se identificaram com a mesma. Ainda existem marcas, cada vez mais raras que são procuradas pela sua qualidade e a confiança que elas transmitem para o consumidor.
Se procurarmos a definição de moda no dicionário encontraremos: uso que depende do gosto. Pois bem, isso deixou de ser realidade há muito tempo. Meses atrás muitas pessoas passavam em frente de lojas, mal viam as roupas, pois eram desinteressantes para as mesmas, agora só porque estão na mídia é alvo de consumo de muitas pessoas. E eu não falo de décadas ou anos, mas sim meses. Essa compra sem pensar, alienada, só faz bem para os produtores, que vendem seus produtos a um preço cara, e ainda as pessoas fazem propaganda grátis da sua marca.

Realmente as propagandas atualmente estão muito presentes. As empresas investem a maior parte de seu capital em pesquisas e na formulação do marketing do produto. Elas alimentam a necessidade do ser humano de se sentir aprovado e incluído para, assim, vender suas mercadorias.
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